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<span class=”legend_box “>Queen – Made In Heaven</span>
<span class=”credit_box “>Tenho Mais Discos Que Amigos</span>
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</a> Enquanto discos póstumos são bastante comuns, aqueles gravados com o artista já sabendo que vai partir são mais raros — e mais tristes, também. Se nosso exemplo mais recente é <strong><em>Blackstar</em></strong>, de <strong>David Bowie</strong>, um outro grande músico que passou por uma experiência parecida foi <strong>Freddie Mercury</strong>.

Já se foram 28 anos desde que perdemos o icônico vocalista do <strong>Queen</strong> para complicações da AIDS, doença que o assolou em 1987. Foi só em 1995, porém, que os fãs puderam ouvir <em><strong>Made in Heaven</strong></em>, o último esforço de Mercury em vida.

 
Queen e <em>Made In Heaven</em>

O disco começou a ser gravado logo após o lançamento de <em><strong>Innuendo</strong></em>, em fevereiro de 1991. À esta altura, Freddie já havia sido avisado por seus médicos que poderia não chegar até o fim daquele ano — por conta disto, então, resolveu produzir a maior quantidade de canções possível, respeitando o que sua saúde permitia.

No documentário <em><strong>We Are the Champions</strong></em>, o guitarrista <strong>Brian May</strong> comentou este momento, e como o clima era de uma pressa mórbida entre os integrantes.
No momento em que estávamos gravando essas outras faixas após o ‘Innuendo’, tínhamos discutido e sabíamos que estávamos com um tempo curto, porque Freddie já havia sido informado de que ele não chegaria a esse ponto. Acho que nosso plano era ir ao estúdio que Freddie se sentisse bem o suficiente, para ‘usá-lo’ o máximo possível. Basicamente moramos no estúdio por um tempo e quando ele ligava, dizia: ‘posso entrar por algumas horas’. Nosso plano era fazer o máximo uso possível dele, sabe, e ele nos disse: ‘Me faça cantar qualquer coisa, escreva qualquer coisa e eu cantarei e deixarei para vocês o máximo que eu puder.’
<strong>David Richards</strong>, produtor que trabalhou no disco, ainda disse que o comportamento de Mercury foi incomum para seus padrões. Em outros discos do Queen, o vocalista costumava finalizar seus vocais apenas após o instrumental estar pronto — para <em>Made in Heaven</em>, Freddie decidiu finalizá-los antes.
Capa do disco, Mountain Studios e Montreux
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<span class=”legend_box “>Contracapa de Made In Heaven, do Queen</span>
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A capa do disco traz a foto de uma estátua que foi erguida em Montreux, na Suíça, cidade que não apenas abriga o lendário festival de Montreux como também um estúdio onde o Queen finalizou o álbum.

Com fotos diferentes do mesmo local, traz a obra ao final de tarde no CD e pela manhã no LP, sendo que a contracapa tem os outros integrantes do Queen, <strong>Brian May, Roger Taylor </strong>e <strong>John Deacon </strong>olhando para os Alpes no CD e olhando para o nascer do Sol no LP.

Com gravações em vários locais, canções como ‘A Winter’s Tale’ foram escritas por Freddie Mercury em seu apartamento na cidade suíça.

Conhecido como Mountain Studios, o local pertenceu ao Queen entre 1978 e 1995, e foi onde os últimos vocais de Mercury foram registrados.

Hoje em dia, é uma <a href=”http://www.mercuryphoenixtrust.com/studioexperience/” target=”_blank”>atração turística aberta aos fãs</a> na belíssima cidade que fica às margens do Lago Léman.
Último momentos

A última canção gravada por Freddie Mercury foi ‘Mother Love’, co-escrita com Brian May, em maio de 1991.

De acordo com o guitarrista, os vocais ainda não ficaram finalizados, já que o vocalista avisou que ‘descansaria’ um pouco antes de continuar. Essa foi a última vez que ele esteve em estúdio antes de sua morte no dia 24 de novembro de 1991.

Os membros do Queen só voltariam a trabalhar em<em> Made in Heaven</em> em 1993, quase dois anos após a partida de Mercury. O disco só chegaria às prateleiras em 1995, recebido com críticas positivas e venda considerável.

Ouça abaixo!

https://open.spotify.com/album/2SFIh6siY4KYBNPHAV7xaI
Fonte: r7 Music