Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE) foram as duas cidades brasileiras incluídas na Rede de Cidades Criativas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). No total, 246 municípios em todo o mundo fazem parte desse grupo, reconhecido pelos esforços para colocar a economia criativa no centro de seus planos de desenvolvimento urbano, com objetivo de tornar as cidades seguras, resilientes, inclusivas e sustentáveis, conforme a Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável.

Para a edição deste ano, o Ministério da Cidadania ofereceu, de forma gratuita, consultoria para auxiliar os municípios a se adequarem aos padrões exigidos pela Unesco. Para participar da seleção, que ocorre a cada dois anos, o município precisa apresentar um plano de ações na área da economia criativa para os próximos quatro anos. Essas ações podem estar ligadas às áreas da música, literatura, cinema, gastronomia, design, artesanato e artes folclóricas.

Das quatro candidaturas brasileiras, três receberam consultoria do Ministério da Cidadania e uma, Belo Horizonte, foi reconhecida no campo da gastronomia. Segundo o secretário da Economia Criativa da Secretaria Especial da Cultura, Cezar Schirmer, o bom desempenho das cidades que contaram com a consultoria do Governo Federal mostra o empenho da pasta em incentivar a economia local.

“O reconhecimento da Unesco nos estimula a prosseguir no esforço de fortalecer os municípios por meio da cultura e da economia criativa. Esses são pontos capazes de criar empregos e ajudar no desenvolvimento dos municípios de todo o país”, afirma Schirmer.

Cidades Brasileiras

Com as novas inclusões, o Brasil passa a ter dez cidades na lista da Unesco: Belém (PA), Belo Horizonte (MG) e Florianópolis (SC), na gastronomia; Brasília (DF), Curitiba (PR) e Fortaleza (CE), no design; João Pessoa (PB) e Paraty (RJ), no artesanato e artes folclóricas; e Santos (SP), na música.

Por Henrique Jasper

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cidadania

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Fonte: Cultura