Foto: Acervo Ibram

Visitar o Museu Regional do Caeté, em Minas Gerais, é viajar para a região metropolitana de Belo Horizonte do século 18. O acervo apresenta mobiliário e objetos que faziam parte do dia a dia das famílias da época. Além dos artefatos utilizados por aqueles que ajudaram a construir a cidade durante os anos 1700, o museu expõe obras de arte sacra e de arte popular, criadas, em sua maioria, por artistas da região.

Gerido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), vinculado ao Ministério da Cidadania, o museu foi reaberto em maio, após seis anos fechado, e tem se destacado também pela programação cultural e pelos cursos e oficinas gratuitas ofertados diariamente. O sobrado de dois andares, construído no final do século 18, recebe palestras, aulas de pintura, bordado e tricô, além de exibir filmes.

A diretora, Sônia Barbosa, conta que as oficinas ajudam a aproximar a comunidade. Segundo ela, a programação variada de atividades agrada todos os públicos. “Temos atrações para todas as idades. Fazemos atividades com escolas, oferecemos oficinas para idosos e sediamos encontros e debates aqui mesmo, aproveitando o espaço histórico do museu”, explica.

Segurança e acessibilidade

Em outubro 2012, o Museu Regional de Caeté, fechou as portas por conta de problemas estruturais. Em 2016, com investimento aproximado de R$ 2,7 milhões do Fundo Nacional de Cultura (FNC), obras gerais de requalificação contemplaram o prédio principal e as áreas anexas.

Após a reforma, o museu conta com reserva técnica, projeto de prevenção e combate a incêndio, equipamentos de Circuito Fechado de TV, alarme e proteção contra descargas elétricas, além da instalação de um elevador para atender pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.

Sônia conta que as mudanças estruturais foram fundamentais para oferecer uma experiência inesquecível para os visitadores. “Temos profissionais experientes e preparados para receber e orientar as pessoas, mas sem uma estrutura adequada, tínhamos dificuldade de atender bem quem chegava”, aponta. Segundo ela, a acessibilidade é um dos pontos de destaque da reforma. Ela explica que elevadores e rampas possibilitam que todos tenham acesso às maravilhas do museu.

Serviço

Localização: Rua Doutor Israel Pinheiro, 176, bairro Centro.
Telefone: (31) 3651-2388

Por Henrique Jasper

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cidadania

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Fonte: Cultura