De 23 a 29
de outubro, 848 museus brasileiros participam da 13ª edição da Primavera dos
Museus. O tema é “Museus por dentro, por dentro dos Museus” e busca envolver o
público na aventura de conhecer, preservar e compartilhar memórias. Em São
Paulo, a Cinemateca Brasileira recebe o 44º Festival do Clube da Criação e
também mais uma exibição da Sessão ABC, com o filme Laços – Turma da Mônica. A semana ainda têm peças, shows,
espetáculos e exposições imperdíveis. Confira a programação completa:

CINEMATECA BRASILEIRA

44º
Festival do Clube da Criação
De 21 a 23/9
Endereço: Largo Senador Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)

O evento contará com
palestrantes internacionais e nacionais, cerca de 180 convidados e 60 painéis
com foco não apenas em publicidade, mas também em diversos ramos da economia
criativa, além de temas como diversidade e meio ambiente. O Clube de Criação é
uma associação cultural, sem fins lucrativos, que reúne cerca de 1300 sócios,
entre profissionais que criam e produzem publicidade, incluindo os mais
destacados nomes da propaganda brasileira. A associação tem como principal
objetivo contribuir para a cultura brasileira, registrando anualmente as ideias
mais criativas desenvolvidas por profissionais de propaganda de todo o país.
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Sessão
ABC: Laços – Turma da Mônica
25/9, às 19h
Endereço: Largo Senador Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)

A Sessão ABC é um
evento mensal aberto ao público exibição de produções brasileiras, sempre
seguida de debates com a presença de diretores, diretores de fotografia,
diretores de arte e demais técnicos envolvidos na realização das obras. A
Sessão ABC ocorre no dia 25/9 com a exibição de Laços – Turma da Mônica (2019), dirigido por Daniel Rezende.
Antes do longa-metragem, será exibido o curta Narrativas de um Crime (2017), de Alison Zago e fotografia de
Lúcio Kodato. Após a exibição, haverá um debate com a presença de Azul Serra,
Daniel Rezende, Fabio Goes e Miriam Biderman. Os ingressos serão distribuídos
na bilheteria uma hora antes de cada sessão por ordem de chegada, sujeitos à
lotação da sala. Toda a programação tem entrada gratuita.
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FUNDAÇÃO NACIONAL DE ARTES (FUNARTE)

Espetáculo ‘El Tango Es El Tango’
20/9, às 19h30
Endereço: Teatro Plínio Marcos – Setor de Divulgação Cultural, lote 2 – Brasília (DF)
Um verdadeiro show de tango! É o que o público pode esperar do espetáculo que será apresentado no dia 20 de setembro, sexta-feira, às 19h30, no Teatro Plínio Marcos, no Complexo Cultural da Funarte em Brasília (DF). El Tango Es El Tango conta com mais de 30 artistas em cena para transmitir à plateia a essência tangueira. A direção é de Juliano Andrade e Paula Emerick, campeões brasileiros de tango e campeões do Campeonato de Baile de la Ciudad de Buenos Aires, na categoria Milongueros del Mundo. O espetáculo começa mostrando o tango mais antigo, dos cortiços buenairenses, de uma outra época, e chega ao que se tem de mais contemporâneo, com composições exploradas pelo jovem grupo Fuerza Tanguera.
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Espetáculo ‘Banho de Sol’
Até 22/9
Endereço: Funarte MG – Rua Januária, 68 – Belo Horizonte (MG)
A peça da Zula Cia de Teatro é resultado do projeto ‘A arte como possibilidade de liberdade’, realizado em um presídio feminino da capital mineira. Ao longo de um ano, quatro artistas deram aulas de teatro, uma vez por semana, durante as duas horas do banho de sol das participantes. Além de Talita, integram o elenco da peça as atrizes Gláucia Vandeveld, Kelly Crifer e Mariana Maioline. O encontro entre as artistas e as participantes e as modificações provocadas por essa experiência em cada uma das mulheres em privação de liberdade motivaram a criação dramatúrgica, assinada por Talita Braga, que também dirige o espetáculo ao lado de Mariana Maioline. O figurino, a cenografia e a expografia são de Alexandre Tavera, a iluminação é de Cristiano Oliveira, trilha sonora e vídeos são de André Veloso e a produção executiva, de Andréia Quaresma.
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Foto: Divulgação

Espetáculo ‘Os outros’
Até 22/9
Endereço: Funarte MG – Rua Januária, 68 – Belo Horizonte (MG)
Na peça, os três protagonistas encontram-se no inferno, condenados a permanecer para sempre juntos, “entre quatro paredes”. “O inferno são os outros” – com esta frase dita por um dos personagens, Sartre pretende mostrar que o outro é fundamental para conhecer a si mesmo, para construir a sua identidade e isso nem sempre se dá de forma tranquila e harmoniosa. ‘Os Outros’ apresenta “um inferno onde todo o sofrimento é infligido pelo outro; pela incapacidade que cada um tem de fugir ao olhar e julgamentos alheios. A morte é a objetivação final. Não há como mudar a história, nem como adotar novas posturas, nem construir um novo sujeito. A vida já foi vivida, decisões tomadas, não há como escapar dos rótulos. Cada personagem vê no outro sua salvação. O poder de escolha de cada um é ao mesmo tempo uma liberdade e uma prisão, pois a escolha, apesar de flexível, é obrigatória’.
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Espetáculo ‘Pousada Refúgio’
Até 22/9
Endereço: Teatro Eugênio Kusnet – Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)
A montagem põe no centro do palco o que identifica como um descontentamento geral da classe média brasileira com a realidade do País: as frustrações de expectativas, o desânimo e a insegurança. E, ao mesmo tempo, questiona o desejo de fuga dos problemas, que alimenta ilusões individuais e coletivas. Na peça, dois casais celebram num jantar a compra em sociedade de uma pousada. Nesse lugar, projetam o sonho de escapar definitivamente das dificuldades que provocam crises sucessivas. No entanto, com o desenrolar das conversas e conforme vão se embriagando, as personagens passam a revelar a deterioração de suas relações e de seus próprios desejos. A idealização da pousada então desmorona, revelando-se na interpretação intimista do elenco o ridículo do autoengano e da ilusão, o contraste entre o sonho de fuga e a realidade vivida. O figurino e o cenário da montagem têm como referência a onda hipster. Seu timbre de modernidade não esconde, do ponto de vista da dramaturgia e da direção do espetáculo, sob um e outro hábito saudável e ecologicamente consciente, uma frequente superficialidade de visão de mundo e de modos de vida.
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Show ‘Vivaz! – Daniel Medina e convidados’
Até 25/9
Endereço: Teatro Eugênio Kusnet – Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)
O show Vivaz! mostra canções inéditas do compositor Daniel Medina, que farão parte do seu segundo álbum. O repertório do primeiro, Evoé!, também está presente no espetáculo, marcado pela simplicidade, intimismo e pela influência do teatro. A cada noite da temporada, Medina recebe convidados, como Héloa, Paulo Neto, Arruda, Daniel Perroni Ratto, Gustavo Galo e outros. Daniel Medina iniciou sua carreira em Fortaleza, onde criou ao lado de dois parceiros a banda performática Manilha Mundial. Depois de intensa atuação na cena cultural da capital cearense, radicou-se em São Paulo em 2016. No ano seguinte, lançou o seu primeiro álbum solo, Evoé!. Em abril de 2018, apresentou o repertório do disco de estreia em show na Sala Guiomar Novaes, do Complexo Cultural Funarte SP.
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Mostra ‘País Denso: Velaturas’
Até 25/9
Endereço: Funarte MG – Rua Januária, 68 – Belo Horizonte (MG)
A Funarte MG recebe a exposição ‘País Denso: Velaturas’, de Helena Teixeira Rios. O conjunto é composto por fotografias, trabalhadas por meio de várias técnicas e aplicadas com jato de tinta em papel algodão. As imagens foram coletadas durante a viagem da artista visual a Israel, em 2018. Ela percorreu Jerusalém, Tel Aviv, Acre, Haifa, Safed, Massada e Nazaré – “locais que remontam ao quarto milênio A.C”, observa a Helena. “Jerusalém foi destruída pelos efeitos de guerras pelo menos duas vezes, sitiada em 23 oportunidades, atacada em 52 momentos e capturada e recapturada 44 vezes”, acrescenta. Diante de tal perspectiva, a artista se viu diante de um problema que, segundo ela, aflige qualquer fotógrafo “que se aventura na difícil missão de traduzir em imagens a história de uma determinada localidade”.
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Espetáculo ‘Manhã’
De 27 a 29/9
Endereço: Teatro Plínio Marcos – Setor de Divulgação Cultura, lote 2 – Brasília (DF)
O Teatro Plínio Marcos, no Complexo Cultural Funarte Brasília, recebe, de 27 a 29 de setembro, o espetáculo Manhã. A trama é construída a partir da perspectiva de dois homens que se amam e se encontram em um momento de crise. O objetivo é renovar as esperanças no outro e na própria vida, por meio da busca de amadurecimento pessoal e da tentativa de resolver os conflitos dessa relação. A montagem retrata uma noite repleta de surpresas e decisões, que entra pela madrugada e vai até o amanhecer, momento em que o casal acredita poder criar algo novo em prol desse encontro. A relação homoafetiva é o principal pano de fundo da trama, mas os temas abordados são universais. Essa nova temporada no Teatro Plínio Marcos, em Brasília, encerra a trajetória do espetáculo.
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Espetáculo ‘Solano – Vento forte africano’
Até 29/9
Endereço: Teatro Dulcina – Rua Alcindo Guanabara, 17 – Rio de Janeiro (RJ)
A montagem reflete um pouco do lado humano, artístico e político do poeta pernambucano Francisco Solano Trindade, que desenvolveu sua múltipla potencialidade artística com o olhar sempre voltado à realidade do negro brasileiro. A narrativa evidencia episódios marcantes da trajetória do artista, como o seu convívio com a atriz Ruth de Souza – amiga que o abrigava após as manifestações políticas pelos direitos dos trabalhadores; quando a música Mulher Barriguda, canção de autoria de Solano Trindade – compreendida como protesto à ditadura militar, foi gravada pelo grupo Secos e Molhados, em 1973, e durante outros acontecimentos relacionados à obra do poeta. Dada sua militância política pacífica, Solano é considerado por muitos o Gandhi da literatura popular brasileira, mesmo tocando em pontos críticos – dentre eles, a dificuldade de inserção do negro no mercado de trabalho.
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Espetáculo ‘Neurinha’
Até 29/9
Endereço: Teatro Dulcina – Rua Alcindo Guanabara, 17 – Rio de Janeiro (RJ)
A montagem mostra, com muita diversão, a importância da infância e pré-adolescência por meio da rotina de dois irmãos. Clarinha e Paulinho vivem discutindo as ‘neurinhas’ existentes em suas vidas. A peça convida o público a refletir sobre como é essencial ser criança e curtir esse momento. Neurinha também tem como proposta incentivar o hábito da leitura. O projeto tem o apoio do criador da Turma da Mônica, Mauricio de Sousa. Ao final do espetáculo, são distribuídos gibis para a plateia.
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Exposição ‘Pequenos Vestígios de Melancolia’
Até 29/9
Endereço: Funarte SP – Alameda Northmann, 1058 – São Paulo (SP)
Os artistas Andrey Zignatto, Daniel Jablonski, Kitty Paranaguá, Jordi Burch, Paulo Ferreti e Renata Pelegrini têm trabalhos expostos sob a curadoria de Cadu Gonçalves, também artista visual, pesquisador, educador e produtor. Segundo o curador, em linhas gerais, o espectador da exposição encontrará imagens de espaços esvaziados, que convidam ao seu preenchimento ou pelo menos o sugerem. Podem ser espaços físicos, imaginários, representações do tempo ou manifestações do espírito; provocam sempre uma impressão de vazio. Cadu Gonçalves explica, ainda, que a mobilização do espectador pelas obras cria uma relação que jamais se consuma na ação efetiva, apenas na contemplação e na espreita. Daí a ideia de melancolia, presente em todos os trabalhos: marca da constatação de uma falta, sem qualquer perspectiva da plenitude.
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Ocupação ‘Encruzilhadas Vissungueiras’
Até 6/10
Endereço: Funarte SP – Alameda Northmann, 1058 – São Paulo (SP)
O grupo Ponte
Elemento Per ocupa a sala Carlos Miranda, do Complexo Cultural Funarte SP, com cinco
espetáculos distintos, mas tendo em comum a abordagem da cultura
afro-brasileira ou afro-americana. Na primeira semana, a ocupação traz a
‘palestra-performance’ A Grande
Encruzilhada: Brasil +EUA (De antigos cantos novos poemas).
Fruto de uma
residência artística, realizada em julho, por parte da equipe
da Plataforma Garimpar em Minas Negras Cantos de Diamante, o encontro tem
elementos de conversa e também de espetáculo. Os artistas visitaram quatro
cidades históricas do sul dos Estados Unidos, recolhendo daí o material para a
conversa. O ponto de partida serão imagens e impressões sobre os encontros
humanos e artísticos, entre as tradições musicais brasileira e estadunidense de
matriz africana. 

Em seguida,
de 20 a 22 de setembro, entra uma programação musical, com a participação de
artistas convidados. Dia 20, o grupo Bate Canela vai ao palco mostrar
os resultados de sua pesquisa em torno dos vissungos – cantos de origem
centro-africana que ocorrem no interior de Minas Gerais desde o século XVIII.
Graciela Soares (voz), Marcelo Araújo (baixo e voz) e Adriel Job (percussão e
voz) propõem arranjos contemporâneos para o álbum O Canto dos Escravos, considerado um clássico.

Dia 21,
sexta, é a vez da cantora e compositora angolana Jéssica Areias. Acompanhada de
Gustavo Marques (violão) e Cauê Silva (percussão), ela apresenta clássicos da
música popular de seu país. Luciano Mendes de Jesus e a equipe artística da
plataforma Garimpar em Minas Negros Cantos de Diamante realizam a Cantoria
Vissungueira no dia 22 de setembro. Todos que queiram experimentar as
sonoridades dos vissungos em suas próprias vozes são convidados a participar.
Depois de cada apresentação musical, haverá um bate-papo entre o público e os
artistas. A classificação etária é de 14 anos e a duração das apresentações é
de 80 minutos.

Encerra a programação, de 27 de setembro a 6 de outubro, uma temporada de Episódio III: Banzo e os Filhos dos Antigos. No espetáculo, diferentes histórias se entrecruzam, tendo como base comum a procura das raízes africanas ou uma saudade difusa das origens, de uma África que não se conheceu e que já não existe mais. Personagens de um universo fantástico e poético caminham e empreendem suas buscas, encontrando-se em ‘encruzilhadas de uma grande memória de si e do mundo’.
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CASA DE RUI BARBOSA

13ª
Primavera dos Museus
Até 28/9
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente, 134 – Rio
de Janeiro (RJ)

O Museu Casa de Rui
Barbosa participará da 13ª Primavera dos Museus. O evento é uma iniciativa do
Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) que mobiliza instituições museológicas
de todo o país. Tendo como inspiração o tema desta edição “Museus por
dentro, por dentro dos museus”, o museu realizará visitas mediadas que
mostrarão os “bastidores” da Casa de Rui Barbosa, do Laboratório de Conservação
e Restauração de Documentos Gráficos (SEP/LACRE) e do Arquivo-Museu de
Literatura Brasileira (AMLB). Além disso, haverá datas extras da atividade
Jardim em Foco.
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Exposição ‘Raimundo Santa Helena’
Até 29/9
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente, 134 – Rio
de Janeiro (RJ)
Até o final de
setembro, estará no hall da Fundação Casa de Rui Barbosa a exposição Raimundo
Santa Helena. O acervo do cordelista paraibano foi doado no dia 30 de agosto,
em uma cerimônia que reuniu amigos, admiradores e familiares do autor. O material
doado conta com mais de 100 folhetos de cordel e parte dele pode ser conferida
na mostra assinada por Sylvia Nemer. 
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Mostra ‘Um Jardim de Tradições’
Mostra permanente
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente 134 – Rio de Janeiro
(RJ)
Com uma seleção de
fotos do Arquivo Casa de Rui Barbosa, combinada com imagens dos atuais pequenos
frequentadores, a exposição tem como propósito registrar o espírito lúdico e
receptivo do Jardim Histórico. A museóloga do museu-casa Aparecida Rangel
ressalta que o objetivo é “reafirmar o Jardim como forma de lazer e
acolhimento, desde o século XIX, tempo de seu patrono Rui Barbosa, até os dias
de hoje”. Por isso, a iniciativa é tida pelos organizadores como uma forma de
reverência ao espaço cultural. A mostra temática ocorre no quiosque do Jardim
Casa de Rui Barbosa, localizado na Rua São Clemente, 134, em Botafogo, no Rio
de Janeiro, e está aberta ao público de terça à sexta-feira, das 8h às 18h, e
aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h. A entrada é franca.
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BIBLIOTECA NACIONAL

Exposição ‘Euclides da Cunha. Os
sertões, testemunho e apocalipse’
Até 5/10
Endereço: Espaço Cultural Eliseu Visconti – Rua México s/n – Rio de
Janeiro (RJ)
Dividida em quatro
módulos – Os Sertões, Canudos, A República imaginada e a vida
carioca e Canudos 2017 –, a exposição percorre uma linha do tempo que
começa em 1830, com o nascimento de Antônio Conselheiro, vai a 1866, quando
nasce Euclides da Cunha, lembra 1888, quando o escritor tenta quebrar sua
espada do Exército à frente do ministro da Guerra e depois desliga-se da
corporação e começa a carreira de jornalista, como defensor da república no
jornal A República de São Paulo, hoje O Estado de S. Paulo; vai até a posse de
Prudente de Morais, primeiro presidente civil, e chega à Guerra de Canudos, em
1896/1897: o primeiro enfrentamento dos seguidores de Antônio Conselheiro com
as tropas do governo da Bahia; os ataques do Exército brasileiro contra o
Arraial de Canudos, que passou a ser considerado foco monarquista; o cerco
final, a morte de Antonio Conselheiro e a rendição final de Canudos, arrasado e
incendiado, em 1897. Estarão expostas 130 peças do acervo da Biblioteca
Nacional, cinco desenhos a carvão de Adir Botelho (pertencentes ao Museu
Nacional de Belas Artes) e 14 imagens de Flavio de Barros, cedidas pelo Museu
da República.
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INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS (IBRAM)

13ª
Primavera dos Museus
De 23 a 29/9
Organizado pelo Instituto
Brasileiro de Museus (Ibram), instituição vinculada ao Ministério da Cidadania,
a 13ª edição da Primavera dos Museus prevê a realização de atividades especiais
com o objetivo de atrair a atenção e mais público para essas instituições. Em
2019, 848 museus participam da semana, com 2.657 atrações formatadas
especialmente para a temporada, incluindo palestras, oficinas, exposições,
workshops, shows e outras atividades. O tema deste ano é “Museus por dentro,
por dentro dos Museus” e busca envolver o público na aventura de conhecer,
preservar e compartilhar suas memórias. A proposta é permitir que os visitantes
conheçam o dia a dia dos museus para além dos espaços de exposição, vendo
também outras áreas, como curadoria de obras, preservação de acervo e pesquisas
científicas. Na realidade, a 13ª Primavera busca mostrar ao público a
complexidade do conjunto de atividades museais, cujo objetivo último é
preservar os bens e fazer com que a interação do público com as informações e
memórias expostas seja a mais fluida e clara possível.
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Exposição ‘Festival de Esculturas do
Rio’
Até 22/9
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia,
Rio de Janeiro (RJ)
O Festival,
idealizado pelo produtor e curador Paulo Branquinho, tem o propósito de
promover o intercâmbio entre artistas de diversas gerações, origens e
linguagens, além de oferecer ao público sensações visuais, táteis e sonoras,
proporcionadas pelas esculturas e instalações apresentadas. Para a elaboração
das esculturas, foram utilizadas como matérias-primas madeira, plástico, aço,
cerâmica e alumínio. Nas mãos dos artistas Ângelo Venosa (RJ), Boris Romero
(Uruguai), Cris Cabus (RJ), Dudu Garcia (RJ), Frida Baranek (RJ), Hans Hoge
(Alemanha), Jesper Neergaard (Dinamarca), Lorena Olivares (Chile), Marcos
Cardoso (RJ) e Susana Anágua (Portugal), as esculturas dão forma a abordagens
sociais, inspirações da natureza, sentimentos e sensações.
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Exposição ‘Bonecas que contam
histórias’
Até 28/9
Endereço: Museu do Diamante – Rua Direita, 14 – Diamantina (MG)
A mostra retrata por
meio de bonecas que representam o cotidiano e a religiosidade de matriz
afrodescendente (orixás) a história das Abayomi, um povo que mesmo
aprisionado /escravizado traz em si a resistência somada a suas crenças e
valores, levando ao público uma reflexão histórica. As bonecas são produzidas
sem rosto e os corpos não são padronizados para manter a característica
das Abayomi, que eram feitas da barra das roupas das africanas trazidas
como escravas. Os autores da mostra, Calebe Silva Ribeiro e Mariana Miranda,
motivados por essa característica de luta em prol da resistência contra a
violência de gênero, contra o racismo e contra a intolerância religiosa
desenvolveram a exposição.
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Exposição ‘Nas asas da Panair’
Até 29/9
Endereço: Museu Histórico Nacional – Praça Mal. Âncora s/n – Rio de Janeiro
(RJ)
Sob curadoria da
historiadora Mariza Soares, a mostra apresenta itens da coleção criada em 2017
como resultado de uma parceria entre a empresa Panair do Brasil e a Família
Panair, uma associação que reúne antigos funcionários da companhia. Ao longo de
um ano, foram coletados quase 700 peças, entre objetos e material de divulgação
impresso. Quase todos contribuíram com folhetos, medalhas comemorativas,
uniformes, adereços, louça, maletas de mão, brindes, fotografias, fitas e CDs
com entrevistas, outros tipos de documentos e pequenos luxos – como protetor de
caneta tinteiro, guardanapo de linho e talher de prata dos “tempos da Panair”.
Alguns objetos foram adquiridos nos leilões de liquidação da empresa.
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Exposição ‘Diário de Cheiros:
Affectio’
Até 29/9
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia,
Rio de Janeiro (RJ)
A instalação
Affectio é construída por seis mesas de aço corten com ânforas olfativas feitas
em vidro soprado, técnica que a artista Josely Carvalho abraçou desde 2016 e
que continua a desenvolver nos estúdios do Urban Glass, em Nova York. Cada
ânfora recebe o nome do cheiro criado pela artista com o apoio da Givaudan do
Brasil e da empresa Ananse. São eles: “Pimenta”, “Lacrimæ”, “Barricada”,
“Anoxia”, “Poeira” e “Dama da Noite”. Este último, contudo, ganha uma sala
especial no MNBA, na cor tonalidade carmim, que, segundo a artista, remete à
sensibilidade, à potência e à força feminina, entendidas aqui como possível
opção de mediação de conflitos. A mostra é um desdobramento de Teto de Vidro: Resiliência, que foi
exibida no ano passado no Museu de Arte Contemporânea – MAC USP e concorre,
junto de outros cinco projetos, ao The Art and Olfaction Awards 2019, premiação
internacional que celebra e premia artistas e perfumistas experimentais e
independentes.
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Exposição ‘Estadia 3’
Até 6/10
Endereço: Museu da Inconfidência – Praça Tiradentes, s/n – Ouro Preto (MG)
A exposição reúne
professores da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais
(UFMG) e tem como objetivo abordar a representação dos espaços abertos em
consonância com as diversas formas de expressão: a gravura, a fotografia, a
cerâmica e as matizes naturais impressas pela natureza. Segundo o grupo de
professores, “Grassar: ações continuadas em arte”, estadia é uma derivação da
ideia de residência, distanciando-se da fixidez daquilo que reside e apontando
para o estatuto de uma condição processual. O título dado a essas experiências,
com os dois pontos (:) sem associação com uma sequência, afirma um convite ao
aberto.
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Exposição ‘Melvin Edwards’
Até 27/10
Endereço: Museu da República – Rua do Catete, 153 – Rio de Janeiro (RJ)
Nascido nos Estados
Unidos em 1937, Melvin Edwards se tornou célebre por suas esculturas abstratas
de metal em aço. Em suas obras, ainda que abstratas, as ferramentas agrícolas
como memória de sua infância no sul dos Estados Unidos estão presentes, além de
correntes que podem remeter, segundo o artista, aos elos de conexão entre as
pessoas. Nesse sentido, a exposição tem como objetivo explorar diferentes
vertentes do trabalho do escultor, criando um leque de raciocínios desenvolvido
pelo artista ao longo dos anos de pesquisa. Reconhecido como pioneiro na arte
contemporânea afro-americana, Melvin Edwards funde engajamento político com
abstração, produzindo objetos densos, fortes e carregados de significados. Sua
obra procura conciliar o interesse na abstração com a satisfação por contar a
história da cultura negra, buscando o diálogo com as lutas históricas e
contemporâneas. A exposição inclui obras de aço, como “Boa sorte, primeiro dia”,
típicas do estilo do artista, mas também aquarelas que dialogam com o peso do
metal.
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Exposição ‘Culturas Africanas – arte,
mitos e tradições’
Até 9/11
Endereço: Museu da Abolição – Rua Benfica, 1150 – Recife (PE)
Em forma de
releitura de máscaras, escudos, objetos rituais de uso lúdico e utilitário da
África, a exposição apresenta, também, algumas peças originais de vestuário da
nobreza tradicional africana. A mostra é resultado dos trabalhos realizados por
16 pesquisadores do CAC sobre modelagem em argila. O projeto tem a direção
da professora Suely Cisneiros Muniz, da UFPE, e orientação e curadoria do
professor Paulo Lemos de Carvalho, pesquisador em antropologia da arte
tradicional africana, além dos 16 pesquisadores do CAC.
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Exposição ‘Entre o acervo e o
estúdio’
Até 1/12
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia,
Rio de Janeiro (RJ)
O Museu Nacional de
Belas Artes (MNBA/Ibram) inaugurou a mostra da artista gaúcha, Marilice Corono,
‘Entre o acervo e o estúdio’. De acordo com a artista, a seleção das 32 obras
que integram a exposição foi determinada pelo estudo dos gêneros, pelo caráter
autorreferencial da maior parte das imagens, pela qualidade que apresentam e
por aspectos afetivos e pessoais. Na exposição, algumas pinturas tornaram-se
significativas, como a publicação ‘Iniciação a Pintura’ (1976) de um dos
pioneiros da restauração no país, Edson Motta, professor de teoria, técnica e
conservação da pintura na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) entre os
anos de 1945 e 1980 e autor de livros essenciais para a formação da artista. Com
carreira iniciada na década de 1990, Corono já integrou mostras coletivas em
vários estados do Brasil. Desde 2005, a artista realiza projetos de exposição
que têm como tema o próprio espaço onde as obras são apresentadas. Além de
artista visual, ela é professora de pintura do Instituto de Artes da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
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Exposição ‘Contextos Afro Digitais’
23/3/2020
Endereço: Museu do Açude – Estrada do Açude, 764 – Rio de Janeiro (RJ)
A mostra exibe cerca
de 20 instalações inéditas, em chapas de aço expostas ao ar livre, nos jardins
do museu. São girafas com 3,5m de altura, elefantes e polvos gigantes, além de
outros bichos em exibição no espaço. A mostra também tem o objetivo de
estimular o lúdico nas crianças, que poderão fazer sua própria obra de arte, reproduzindo
um megabicho em papelão. Marcos Scorzelli é carioca, formado em Design pela PUC
Rio e começou a carreira inovando em projetos de arquitetura como designer de
interiores corporativo e de cenografia. Com seu pai, criou a Scorzelli
Arquitetura e Design em 1993 e, ao longo de 23 anos, recebeu vários prêmios por
projetos corporativos desenvolvidos para grandes empresas. Fotógrafo amador, é
apaixonado pelo Rio. Desenvolveu sua linguagem vivenciando a natureza e explorando
todos os cantos da capital fluminense.
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informações

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cidadania

Informações para a imprensa:
(61) 2024-2266 / 2412


Fonte: Cultura