Novidades na
Funarte de São Paulo e Minas Gerais. Na capital paulista estreia o show ‘A
Balada do Homem Comum’, baseado nas músicas de Bob Dylan. Já em Belo Horizonte,
o destaque é ‘Bendito Jazz’, da união do grupo vocal Amaranto com os
instrumentistas do Trio Mitre. No Rio de Janeiro, a Casa de Rui Barbosa retorna
com mais uma edição do encontro ‘Um Domingo na Casa de Rui Barbosa’, voltado
para as crianças. E o Museu Nacional de Belas Artes oferece visitação à mostra
‘Entre o acervo e o estúdio’, da artista gaúcha Marilice Corono. Confira a
programação completa:

FUNDAÇÃO NACIONAL DE ARTES (FUNARTE)

Show ‘Bendito Jazz’, na Funarte MG. Foto: Flávio Souza Cruz

Show
‘A Balada do Homem Comum’
Até 31/8
Endereço: Funarte SP – Alameda Northmann, 1058 – São Paulo (SP)

Esse é o mais
recente espetáculo do projeto Experiência Dylan, que pesquisa desde 2015 a
relação entre poesia e música na obra do autor de ‘Like a rolling stone’. ‘A
Balada’ mostra facetas variadas da produção de Dylan, apresentando canções
icônicas, como ‘Hurricane’, e outras muito menos conhecidas, como ‘Heart of
Mine’. As qualidades que valeram ao compositor o Prêmio Nobel de Literatura em
2016 aparecem na forma da denúncia de injustiça social por meio de canções, mas
também em textos extraídos de sua obra escrita, os
livros Crônicas e Tarântula. Também estão presentes no show
tanto o Bob Dylan acústico, fiel no início da carreira às tradições do folk,
quanto o que introduziu mais tarde a guitarra elétrica no gênero – para
escândalo de parte de seus fãs. O projeto Experiência Dylan começou há quatro
anos com o trabalho Tempestade, no qual os participantes fizeram
recriações poéticas de canções de Tempest, álbum de Bob Dylan lançado em
2012. Segundo os músicos, ‘A Balada do Homem de Lugar Algum – A poesia e a
música de Bob Dylan’ aprofunda a abordagem cênica que já vinha sendo
pesquisada pelo grupo, intensificando a proposta de criar uma imersão na obra
de um dos maiores compositores de nosso tempo e nos momentos históricos que
favoreceram seu surgimento.
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Show
‘Bendito Jazz’
31/8 e 1/9, às 19h
Endereço: Funarte MG – Rua Januária, 68 – Belo Horizonte (MG)

A ideia do show
surgiu da convivência das irmãs Flávia, Lúcia e Marina Ferraz, do grupo vocal
Amaranto, com outra família de artistas, o Trio Mitre, grupo instrumental
formado por Kiko, Natália e Luísa Mitre. Bendito Jazz estreou em
novembro de 2017, na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, dentro do projeto
Circuito Musical das Gerais, realizado pela Associação de Amigos do Colégio
Logosófico (AACL). A partir do material gravado nesse show, foi produzido um
CD. Com a remontagem do show na Funarte MG e outras ações que estão sendo
desenvolvidas, os artistas pretendem financiar o disco.
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Espetáculo ‘Pulse’
Até 1/9, às 19h (sextas e sábados) e às 18h (domingos)
Endereço: Funarte MG – Rua Januária, 68 – Belo Horizonte (MG)
O espetáculo de
dança Pulse faz temporada na Sala Renée Gumiel do Complexo Cultural
Funarte SP. As apresentações acontecem sextas e sábados, às 19h, e domingos, às
18h. A Cia de Dança Paradoxo, sob a direção de Lucas Borges, propõe no
espetáculo uma reflexão em torno do impacto das redes sociais na vida cotidiana
e nas relações interpessoais. A coreografia dos bailarinos-criadores do grupo
questiona o que os artistas consideram uma subserviência a padrões impostos
pelas redes. A tendência à acomodação e ao individualismo é também um alvo do
olhar crítico que dá mote ao trabalho. A partir de jogos corporais e
experimentações, o espetáculo apresenta diferentes pontos de vista sobre o
‘direcionamento’ dos hábitos  e escolhas pela chamada realidade virtual.
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Espetáculo ‘Tempo Veloz’
Até 1/9, às 20h (sextas e sábados) e às 18h (domingos)
Endereço: Teatro Cacilda Becker – Rua do Catete, 338 – Rio de Janeiro (RJ)
A montagem propõe
uma reflexão sobre a velocidade e o tempo. Tempo que passa tão rápido que não
percebemos que deixamos de usá-lo para ficarmos à margem de nós mesmos. Tempo
veloz
 que nos leva da alegria à tristeza, sem contar os segundos.
Tempo que nos faz ficar, na mesma velocidade que nos faz ir. Tempo
Veloz
 que nos faz refletir sobre a velocidade e o tempo que passamos
sem saber distinguir o que fazemos daquilo que realmente podemos fazer.
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Festival ‘Hilda Hilst’
Até 1/9
Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet, Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São
Paulo (SP)
Até 1º de setembro,
o Teatro de Arena Eugênio Kusnet recebe o festival Hilda Hilst, realizado pela
Companhia Barco, com a participação de artistas e grupos convidados. O projeto,
que tem apoio institucional do Instituto Hilda Hilst, conta com apresentações
teatrais, shows, cortejo, oficinas e rodas de conversa. Todas as atividades têm
entrada na modalidade “contribuição consciente”. O show com o grupo vocal As
Joanas abre a temporada, no dia 3 de agosto, às 17h. No repertório, há
composições criadas a partir de poemas de Hilda Hilst. Logo em seguida, às 20h,
a Companhia Barco apresenta ao público, pela primeira vez, o espetáculo em
construção Ensaio da Fantasia, livremente inspirado no
texto Matamoros (da fantasia). A peça fica em cartaz até o dia 1º de
setembro, aos sábados, às 20h, e domingos, às 19h. Criada em 2018 a partir do
encontro de artistas formados pelo Instituto de Arte e Ciência (INDAC), a
Companhia Barco tem como alicerces de seu fazer teatral a pesquisa, a presença
do público e o intercâmbio entre artistas como agentes provocadores do processo
criativo, buscando a intersecção entre o teatro e outras formas de artes da
cena.
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Espetáculo ‘Renato Russo – O Musical’
Até 2/9, às 19h (quinta a domingo)
Endereço: Teatro Dulcina, Rua Alcindo Guanabara, 17 – Rio de Janeiro (RJ)
Na trama, a história
de Renato Russo é retratada desde a juventude punk, em Brasília, quando fundou
a banda Aborto Elétrico, tendo ficado por dois anos em uma cadeira de rodas,
até o sucesso da Legião Urbana. O quebra-quebra num show, em Brasília, e os problemas
com drogas estão na encenação. Depoimentos, reportagens, entrevistas, livros e
imagens de shows serviram como base para a concepção da obra biográfica. Renato
Russo – O Musical
 combina grandes sucessos do ícone do rock nacional
com a dramaturgia de Daniela Pereira de Carvalho. A direção é de Mauro Mendonça
Filho, iluminação de Wagner Pinto e cenário de Bel Lobo e de Bob Neri. A banda
Arte Profana (teclado, guitarra, baixo e bateria) reforça, ao vivo, a trilha
sonora do espetáculo, composta por 22 canções do artista.
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Espetáculo ‘Quem é você?’
Até 8/9, às 16h
Endereço: Funarte MG – Rua Januária, 68 – Belo Horizonte (MG)
A peça, que é uma
criação original, conta a história de Biba, personagem que vive em um armário
aos cuidados de uma enorme aranha, até que um dia decide aventurar-se pelo
mundo. Por marcar a trajetória da infância para a adolescência que, por vezes,
pode ser bastante assustadora para quem a vive, o espetáculo também dialoga com
o universo dos contos de suspense e mistério. No palco, elementos da atmosfera
sombria desses contos se concretizam por meio de cenários e seres fantásticos
criados a partir da composição inventiva dos corpos em cena.
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Espetáculo ‘O Aniversário de Jean
Lucca’
Até 8/9
Endereço: Funarte SP – Alameda Northmann, 1058 – São Paulo (SP)
Escrita e dirigida
por Dan Nakagawa, a peça é considerada por seu autor um ‘quase musical’, com
forte influência do Teatro do Absurdo. Questões problemáticas da sociedade e do
sujeito contemporâneos, como a apatia social e a indiferença, são abordadas
pelo texto. No enredo, estão em foco os preparativos da festa organizada por
uma babá para o menino Jean Lucca, filho único de um casal que vive em um
condomínio de luxo em São Paulo. Toda a ação se passa durante esses
preparativos antes da festa, de modo que a babá e os convidados vão se
revelando ameaças à bolha de conforto e acomodação em que vive o casal. Os
estranhos invadem os muros físicos ou subjetivos que o protegem, gerando
incômodos que se manifestam como apatia ou paranoia.
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Mostra ‘País Denso: Velaturas’
Até 25/9
Endereço: Funarte MG – Rua Januária, 68 – Belo Horizonte (MG)
A Funarte MG recebe
a exposição ‘País Denso: Velaturas’, de Helena Teixeira Rios.
O conjunto é composto por fotografias, trabalhadas por meio de várias técnicas
e aplicadas com jato de tinta em papel algodão. As imagens foram coletadas
durante a viagem da artista visual a Israel, em 2018. Ela percorreu Jerusalém,
Tel Aviv, Acre, Haifa, Safed, Massada e Nazaré – “locais que remontam ao quarto
milênio a.C”, observa a Helena. “Jerusalém foi destruída pelos efeitos de
guerras pelo menos duas vezes, sitiada em 23 oportunidades, atacada em 52
momentos e capturada e recapturada 44 vezes”, acrescenta. Diante de tal
perspectiva, a artista se viu diante de um problema que, segundo ela, aflige
qualquer fotógrafo “que se aventura na difícil missão de traduzir em imagens a
história de uma determinada localidade”.
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Exposição ‘Pequenos Vestígios de
Melancolia’
Até 29/9
Endereço: Funarte SP – Alameda Northmann, 1058 – São Paulo (SP)
Os artistas Andrey Zignatto,
Daniel Jablonski, Kitty Paranaguá, Jordi Burch, Paulo Ferreti e Renata
Pelegrini têm trabalhos expostos sob a curadoria de Cadu Gonçalves, também
artista visual, pesquisador, educador e produtor. Segundo o curador, em linhas
gerais o espectador da exposição encontrará imagens de espaços esvaziados, que
convidam ao seu preenchimento ou pelo menos o sugerem. Podem ser espaços
físicos, imaginários, representações do tempo ou manifestações do espírito;
provocam sempre uma impressão de vazio. Cadu Gonçalves explica, ainda, que a
mobilização do espectador pelas obras cria uma relação que jamais se consuma na
ação efetiva, apenas na contemplação e na espreita. Daí a ideia de melancolia,
presente em todos os trabalhos: marca da constatação de uma falta, sem qualquer
perspectiva da plenitude.
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INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (IPHAN)

Exposição ‘Pau, corda, cores e (re)invenções: instrumentos e artesanatos do Carimbó’
Até 8/9
Endereço: Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, Rua do Catete, 179 –
Rio de Janeiro (RJ)
A mostra traz
referências sobre a forma de expressão que envolve múltiplas linguagens, como a
dança, a indumentária, o canto, o ritmo, a culinária e produção artesanal, que
fica disponível para visitação gratuita até o dia 08 de setembro na Sala do
Artista Popular (SAP). Há mais de dois séculos, o Carimbó mantém sua
tradição em quase todas as regiões do Pará e tem se reinventado constantemente.
Seus instrumentos, sua dança e música são resultados da fusão das influências
culturais indígena, negra e ibérica; e a memória coletiva dos mestres e seus
descendentes tem mantido vivo estes aspectos.
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Exposição ‘Arqueologia e Habitantes
da Pré-História’
Até 10/9
Endereço: Museu de Geociências da Universidade de Brasília (UnB) – Campus Darcy
Ribeiro – ICC – Ala Centro – Sala AT 276/18 – Brasília (DF)
A mostra sobre a
diversidade cultural na pré-história está estruturada em dois módulos temáticos.
O primeiro aborda elementos do patrimônio arqueológico do Distrito Federal (DF)
que evidenciam a ocupação milenar do território. Apresenta artefatos de pedra
dos caçadores e coletores da tradição Itaparica, fabricados há mais de 8,4 mil
anos e usados na caça de animais. O material também resgata parte da história
de sociedades de agricultores ceramistas que chegaram ao território da capital
por volta do século X. As peças cerâmicas foram coletadas em pesquisas
arqueológicas realizadas na região entre 1992 e 1995 pelos arqueólogos Eurico
T. Miller e Paulo Jobim e os artefatos líticos (pedras) pelo arqueólogo Edilson
Teixeira, em 2016. Já o segundo módulo traz peças arqueológicas coletadas em
Santa Catarina pelo arqueólogo e padre João Alfredo Rohr. Entre elas, estão
objetos de antigos habitantes da costa e do interior, os sambaquieiros e os
caçadores e coletores da Tradição Umbu. O material inclui artefatos de pedra,
osso e cerâmicas, utilizados para pescar, caçar, fazer outros instrumentos,
preparar alimentos e corantes, além de adornos utilizados para enfeitar as
pessoas. As peças em exposição formam parte da Coleção Padre João Alfredo Rohr,
tombada pelo estado de Santa Catarina em 1984. Dois anos depois, foi a vez do
Iphan reconhecer esse material, com a inscrição no Livro de Tombo Arqueológico,
Etnográfico e Paisagístico.
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CINEMATECA BRASILEIRA

30° Festival Internacional de Curtas Metragens
de São Paulo
Até 1/9
Endereço: Cinemateca Brasileira –
Largo Senador Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)
De 22 de agosto a 1
de setembro, o 30° Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo
chega à Cinemateca Brasileira, que será a sede do Festival nesta edição. Além
da exibição de curtas-metragens nacionais e estrangeiros, a Cinemateca receberá
inúmeras atividades. Respectivamente entre os dias 22 a 24 de agosto,
haverá as masterclass do cineasta Jorge Furtado, do duo Bárbara
Wagner e Benjamin de Burca e do diretor e vídeoartista Tadeu Jungle, precedidas
por uma sessão dos curtas dirigidos pelos artistas. Já de 23 a 27 de agosto, o
anexo da sala Cinemateca BNDES terá sessões em realidade virtual (VR),
disponíveis para visionamento das 14h às 22h. E na segunda (26/8),
acontece a Noite de Kino, sessão de curtas realizados em 48h por
estudantes de cinema. O salão da Sala Cinemateca BNDES receberá a
exposição comemorativa dos 30 anos do Festival, que ficará aberta à visitação
durante todo o Festival (de segunda a quarta, das 08h às 18h, e de
quinta a domingo, das 08h às 21h); os Kino Labs, laboratórios de roteiro e
produção de projetos audiovisuais orientados por profissionais do audiovisual,
de 26 a 28 de agosto; e, de 22 a 29 de agosto, um Happy hour do
Festival, sempre às 18h. Por fim, na sexta-feira (30/8), a Cinemateca
recebe a premiação e a festa de encerramento do Festival; e no sábado e domingo
que seguem serão exibidas seleções dos 10 curtas nacionais e internacionais
mais votados na 30ª edição. Toda a programação tem entrada gratuita. Os
ingressos serão distribuídos na bilheteria uma hora antes de cada sessão,
sujeito à lotação da sala.
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CASA DE RUI BARBOSA

Encontro
‘Um Domingo na Casa de Rui Barbosa’
1/9, às 14h
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente, 134 – Rio
de Janeiro (RJ)

No dia 1º de
setembro, a partir das 14h, o tema da série ‘Um Domingo na Casa de Rui
Barbosa’ será Educação Física. Rui Barbosa foi um dos primeiros políticos a
defender a importância da Educação Física no currículo escolar. Por esse
motivo, convidamos as crianças a se exercitarem com jogos e atividades muito
divertidas. A entrada é gratuita. Durante a tarde serão realizadas visitas
dramatizadas ao Museu Casa de Rui Barbosa com dois personagens especiais: João
e Baby, os filhos caçulas de Rui Barbosa. Eles percorrerão os principais
cômodos da casa e também o quintal, lembrando histórias, jogos e curiosidades
de momentos vividos juntos ao seu pai, Rui Barbosa e família. Para cada sessão
da visitação serão distribuídas 25 senhas.
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Exposição ‘Raimundo Santa Helena’
Até 29/9
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente, 134 – Rio
de Janeiro (RJ)
Até o final de setembro
estará em exposição no hall da Fundação Casa de Rui Barbosa a exposição
Raimundo Santa Helena. O acervo do cordelista paraibano foi doado no dia 30 de
agosto, em uma cerimônia que reuniu amigos, admiradores e familiares do autor.
O material doado conta com mais de 100 folhetos de cordel e parte dele pode ser
conferido na mostra assinada por Sylvia Nemer. 
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Mostra ‘Um Jardim de Tradições’
Mostra permanente
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente 134 – Rio de Janeiro
(RJ)
Com uma seleção de
fotos do Arquivo Casa de Rui Barbosa combinada com imagens dos atuais pequenos
frequentadores, a exposição tem como propósito registrar o espírito lúdico e
receptivo do Jardim Histórico. A museóloga do museu-casa Aparecida Rangel
ressalta que o objetivo é “reafirmar o Jardim como forma de lazer e
acolhimento, desde o século XIX, tempo de seu patrono Rui Barbosa, até os dias
de hoje”. Por isso, a iniciativa é tida pelos organizadores como uma forma de
reverência ao espaço cultural. A mostra temática acontece no quiosque do Jardim
Casa de Rui Barbosa, localizado na Rua São Clemente, 134, em Botafogo, no Rio
de Janeiro, e está aberta ao público de terça à sexta-feira, das 8h às 18h,
sendo o horário de funcionamento aos sábados, domingos e feriados, das 14h às
18h. A entrada é franca.
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BIBLIOTECA NACIONAL

Exposição ‘Euclides da Cunha. Os
sertões, testemunho e apocalipse’
Até 5/10
Endereço: Espaço Cultural Eliseu Visconti – Rua México s/n – Rio de
Janeiro (RJ)
Dividida em quatro
módulos – Os Sertões, Canudos, A República imaginada e a vida
carioca e Canudos 2017 – uma exposição fotográfica sob o olhar de
Joaquim Marçal e Celso Brandão, a exposição percorre uma linha do tempo que
começa em 1830, com o nascimento de Antônio Conselheiro, vai a 1866, quando
nasce Euclides da Cunha; lembra 1888, quando o escritor tenta quebrar sua
espada do Exército à frente do ministro da Guerra e depois desliga-se da
corporação e começa a carreira de jornalista, como defensor da república no
jornal A República de São Paulo, hoje O Estado de S. Paulo; vai até a posse de
Prudente de Morais, primeiro presidente civil, e chega à Guerra de Canudos, em
1896/1897: o primeiro enfrentamento dos seguidores de Antônio Conselheiro com
as tropas do governo da Bahia; os ataques do Exército brasileiro contra o
Arraial de Canudos, que passou a ser considerado foco monarquista; o cerco
final, a morte de Antonio Conselheiro e a rendição final de Canudos, arrasado e
incendiado, em 1897. Estarão expostas 130 peças do acervo da Biblioteca
Nacional, cinco desenhos a carvão de Adir Botelho (pertencentes ao Museu
Nacional de Belas Artes) e 14 imagens de Flavio de Barros, cedidas pelo
Museu da República.
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INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS (IBRAM)

Exposição ‘Entre o acervo e o estúdio’, no Museu Nacional de Belas Artes. Foto: Divulgação

Exposição ‘Brincos da Rainha’
Até 8/9
Endereço: Museu Regional de Caeté – Rua Dr. Israel Pinheiro, 176 – Caeté (MG)
Em comemoração à
padroeira da cidade de Caeté (MG), Nossa Senhora do Bom Sucesso e São Caetano,
o Museu Regional de Caeté/Ibram promove a exposição “Brincos da Rainha”. Na
mostra, serão apresentados os brincos doados por famílias e artesãos da cidade
de Caeté para a imagem da padroeira. A imagem de Nossa Senhora do Bom
Sucesso, de origem portuguesa do século XVIII, tem o estilo
barroco, ornamentos em sua policromia e atributos de prata. Os brincos que
ornam a padroeira da cidade, considerada Rainha de Caeté, trazem, segundo os
fiéis, nobreza e graciosidade para a imagem.
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Exposição ‘A Casa da Porta Verde’
Até 10/9
Endereço: Museu Victor Meirelles – Rua Rafael Bandeira – Florianópolis (SC)
A exposição A
Casa da Porta Verde celebra o retorno do museu à sua sede histórica, na
Rua Victor Meirelles, depois de a edificação ter passado por obras de
restauração e ampliação que duraram três anos. Iniciando com a trajetória do
pintor, seus estudos e retratos, e também com os trabalhos de seus mestres, a
sequência da mostra chega às pinturas históricas, buscando propor uma ligação
destas com a própria Casa enquanto patrimônio histórico nacional tombado pelo
Iphan em 1950.
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Exposição ‘Festival de Esculturas do
Rio’
Até 22/9
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia,
Rio de Janeiro (RJ)
O Festival,
idealizado pelo produtor e curador Paulo Branquinho, tem o propósito de
promover o intercâmbio entre artistas de diversas gerações, origens e
linguagens, além de oferecer ao público sensações visuais, táteis e sonoras,
proporcionadas pelas esculturas e instalações apresentadas. Para a elaboração
das esculturas, foram utilizadas como matérias-primas madeira, plástico, aço,
cerâmica e alumínio. Nas mãos dos artistas Ângelo Venosa (RJ), Boris Romero
(Uruguai), Cris Cabus (RJ), Dudu Garcia (RJ), Frida Baranek (RJ), Hans Hoge
(Alemanha), Jesper Neergaard (Dinamarca), Lorena Olivares (Chile), Marcos
Cardoso (RJ) e Susana Anágua (Portugal), as esculturas dão forma a abordagens
sociais, inspirações da natureza, sentimentos e sensações.
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Exposição ‘Nas asas da Panair’
Até 29/9
Endereço: Museu Histórico Nacional – Praça Mal. Âncora s/n – Rio de Janeiro
(RJ)
Sob curadoria da
historiadora Mariza Soares, a mostra apresenta itens da coleção criada em 2017
como resultado de uma parceria entre a empresa Panair do Brasil e a Família
Panair, uma associação que reúne antigos funcionários da companhia. Ao longo de
um ano, foram coletados quase 700 peças, entre objetos e material de divulgação
impresso. Quase todos contribuíram com folhetos, medalhas comemorativas,
uniformes, adereços, louça, maletas de mão, brindes, fotografias, fitas e CDs
com entrevistas, outros tipos de documentos e pequenos luxos – como protetor de
caneta tinteiro, guardanapo de linho e talher de prata dos “tempos da Panair”.
Alguns objetos foram adquiridos nos leilões de liquidação da empresa.
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Exposição ‘Diário de Cheiros:
Affectio’
Até 29/9
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia,
Rio de Janeiro (RJ)
A instalação
Affectio é construída por seis mesas de aço corten com ânforas olfativas feitas
em vidro soprado, técnica que a artista Josely Carvalho abraçou desde 2016 e
que continua a desenvolver nos estúdios do Urban Glass, em Nova York. Cada
ânfora recebe o nome do cheiro criado pela artista com o apoio da Givaudan do
Brasil e da empresa Ananse. São eles: “Pimenta”, “Lacrimæ”, “Barricada”,
“Anoxia”, “Poeira” e “Dama da Noite”. Este último, contudo, ganha uma sala
especial no MNBA, na cor tonalidade carmim, que, segundo a artista, remete à
sensibilidade, à potência e à força feminina, entendidas aqui como possível
opção de mediação de conflitos. A mostra é um desdobramento de Teto de Vidro: Resiliência, que foi
exibida no ano passado no Museu de Arte Contemporânea – MAC USP e concorre,
junto de outros cinco projetos, ao The Art and Olfaction Awards 2019, premiação
internacional que celebra e premia artistas e perfumistas experimentais e
independentes.
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Exposição ‘Melvin Edwards’
Até 27/10
Endereço: Museu da República – Rua do Catete, 153 – Rio de Janeiro (RJ)
Nascido nos Estados
Unidos em 1937, Melvin Edwards se tornou célebre por suas esculturas abstratas
de metal em aço. Em suas obras, ainda que abstratas, as ferramentas agrícolas
como memória de sua infância no sul dos Estados Unidos estão presentes, além de
correntes que podem remeter, segundo o artista, aos elos de conexão entre as
pessoas. Nesse sentido, a exposição tem como objetivo explorar diferentes
vertentes do trabalho do escultor, criando um leque de raciocínios desenvolvido
pelo artista ao longo dos anos de pesquisa. Reconhecido como pioneiro na arte
contemporânea afro-americana, Melvin Edwards funde engajamento político com
abstração, produzindo objetos densos, fortes e carregados de significados. Sua
obra procura conciliar o interesse na abstração com a satisfação por contar a
história da cultura negra, buscando o diálogo com as lutas históricas e
contemporâneas. A exposição inclui obras de aço, como “Boa sorte, primeiro dia”,
típicas do estilo do artista, mas também aquarelas que dialogam com o peso do
metal.
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Exposição ‘Culturas Africanas – arte,
mitos e tradições’
Até 9/11
Endereço: Museu da Abolição – Rua Benfica, 1150 – Recife (PE)
Em forma de
releitura de máscaras, escudos, objetos rituais de uso lúdico e utilitário da
África, a exposição apresenta, também, algumas peças originais de vestuário da
nobreza tradicional africana. A mostra é resultado dos trabalhos realizados por
16 pesquisadores do CAC sobre modelagem em argila. O projeto tem a direção
da professora Suely Cisneiros Muniz, da UFPE, e orientação e curadoria do
professor Paulo Lemos de Carvalho, pesquisador em antropologia da arte
tradicional africana, além dos 16 pesquisadores do CAC.
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Exposição
‘Entre o acervo e o estúdio’
Até 1/12
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia,
Rio de Janeiro (RJ)

O Museu Nacional de
Belas Artes (MNBA/Ibram) inaugurou a mostra da artista gaúcha, Marilice Corono,
‘Entre o acervo e o estúdio’. De acordo com a artista, a seleção das 32 obras
que integram a exposição foi determinada pelo estudo dos gêneros, pelo caráter
autorreferencial da maior parte das imagens, pela qualidade que apresentam e
por aspectos afetivos e pessoais. Na exposição, algumas pinturas tornaram-se
significativas, como a publicação ‘Iniciação a Pintura’ (1976) de um dos
pioneiros da restauração no país, Edson Motta, professor de teoria, técnica e
conservação da pintura na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) entre
os anos de 1945 e 1980 e autor de livros essenciais para a formação da artista.
Com carreira iniciada na década de 1990, Corono já integrou mostras coletivas
em vários estados do Brasil. Desde 2005, a artista realiza projetos de
exposição que têm como tema o próprio espaço onde as obras são apresentadas.
Além de artista visual, ela é professora de pintura do Instituto de Artes da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
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Exposição ‘Contextos Afro Digitais’
23/3/2020
Endereço: Museu do Açude – Estrada do Açude, 764 – Rio de Janeiro (RJ)
A mostra exibe cerca
de 20 instalações inéditas, em chapas de aço expostas ao ar livre, nos jardins
do museu. São girafas com 3,5m de altura, elefantes e polvos gigantes, além de
outros bichos em exibição no espaço. A mostra também tem o objetivo de
estimular o lúdico nas crianças, que poderão fazer sua própria obra de arte,
reproduzindo um megabicho em papelão. Marcos Scorzelli é carioca, formado em Design
pela PUC Rio e começou a carreira inovando em projetos de arquitetura como
designer de interiores corporativo e de cenografia. Com seu pai, criou a
Scorzelli Arquitetura e Design em 1993 e, ao longo de 23 anos, recebeu vários
prêmios por projetos corporativos desenvolvidos para grandes empresas.
Fotógrafo amador, é apaixonado pelo Rio. Desenvolveu sua linguagem vivenciando
a natureza e explorando todos os cantos da capital fluminense.
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Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania


Fonte: Cultura